Para quem
O equipamento pode ser o mesmo, mas o problema muda conforme quem opera. Veja o seu caso — e o que a plataforma resolve nele.
Condomínio
O problema: a recarga entra na conta comum e todo mundo paga — inclusive quem não tem veículo elétrico. Vira assunto de assembleia.
Como resolve: cada morador paga a própria recarga, por Pix, na hora. O condomínio para de subsidiar e passa a ter registro de quem usou, quanto e quando. Dá até para vender crédito pré-pago aos moradores frequentes.
Hotel e pousada
O problema: o carregador foi instalado para atrair hóspede, mas a energia sai do seu bolso — e hóspede nenhum controla o consumo.
Como resolve: o hóspede escaneia e paga direto, sem passar pela recepção. Você continua oferecendo o serviço como diferencial, mas sem absorver o custo. E pode dar cortesia quando quiser, de forma controlada.
Comércio e restaurante
O problema: o carregador traz movimento, mas quem carrega às vezes nem consome — e a fatura de energia sobe todo mês.
Como resolve: a recarga se paga sozinha e ainda vira receita. Você pode ajustar a tarifa e continuar usando o ponto como atrativo, agora sem prejuízo.
Posto de combustível
O problema: o cliente elétrico já chega, mas a operação de recarga não conversa com o caixa nem com o resto do posto.
Como resolve: o pagamento acontece no celular do motorista, sem fila no caixa e sem treinar o frentista. Você acompanha o faturamento do ponto separado, no painel.
Instalador e integrador
O problema: você vende e instala o equipamento, mas o cliente pergunta “e como eu cobro?” e você não tem resposta.
Como resolve: você entrega a instalação já com a cobrança ativa, o que valoriza a sua proposta. Fale com a gente sobre parceria de indicação.
Investidor
O problema: a análise costuma parar no equipamento — potência, marca, instalação. Mas carregador sem cobrança automática é só um poste caro ligado na sua conta de luz.
Como resolve: a camada que fatura já vem pronta: cobra antes de liberar, mede por kWh, mostra o resultado por ponto e reparte com o dono do imóvel quando é o caso. Você monta o ponto e ele opera sozinho.
O que não muda
Você paga um percentual das recargas. Se o ponto não faturar naquele mês, não há o que pagar.
QR Code e navegador. Quanto menos barreira, mais gente carrega — e mais você fatura.
Quem carrega vê o nome do seu negócio, não o nosso. O PotiHub fica por trás.
Conte a sua situação no WhatsApp — a gente diz se faz sentido para o seu ponto, sem enrolação.